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A história da cadeirinha Pitoco

Cadeira Pitoco Monstera

Foi uma longa gestação de 3 anos, mais que gravidez de elefante.

Começou por acidente: pais deslumbrados pelo método Montessori (recém descoberto pela internet), queríamos dar ao nosso filho a cubechair, tradicional cadeira multifuncional indicada pelo método. Naquele esquema dedicação total a você do primeiro filho, resolvemos fazer a gente mesmo a cadeirinha, pois não havia ainda no mercado nenhuma opção para comprar.

A primeira cadeira nasceu de MDF, era pesada e não tinha buraco pra pegar. Pra que serve uma cadeira de criança se ela não pode carregar sozinha?Fui estudar marcenaria, fiz várias opções de desenhos e construí mais quatro protótipos.

Foi só em 2015, com o quinto protótipo construído no quintal da casa do meu tio, é que nasceu a cadeirinha Pitoco. Ela é feita de compensado de Paricá, tem todos os cantos arredondados, e os buracos das pegas lembram uma carinha. Parece um robozinho de cara quadrada. Quando levei ela pra casa, o Theo foi atraído como um imã por aqueles olhos esbugalhados e aquela grande boca. Nasceu.

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Cadeirinha Pitoco Monstera

Deu vontade de vender, os amigos começaram a pedir e desde outubro de 2015, quando fizemos um pequeno lançamento no atelier 5 Marias, estamos vendendo a cadeirinha Pitoco sob encomenda.

Inventamos a marca Monstera para fabricar a cadeirinha e outros produtos de madeira em parceria com amigos. A vida de mãe empreendedora é puxada, já quis desisitir, já tentei tirar licença maternidade, já quis abandonar, mas Monstera já parece filho meu, que anda por conta própria e eu que me vire para acompanhar.

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Um quarto cheio e vazio

IMG_0226-2A gente migrou para o Sul, deixamos a cidade maravilhosa e voltamos a morar na cidade imensa e cinzenta onde nasci e cresci, São Paulo. Voltamos por mil questões que envolvem trabalho, amizades, escolas, e não mais morros e ladeiras. Mas o motivo real mesmo, foi esta menina aqui, que quando virou mãe, quis a mãe dela por perto de novo.  Ninguém me contou quando engravidei que as mães também precisam de colo. Então mudamos para um apartamento que está localizado a trinta minutos de caminhada do colo da minha mãe, mais conhecida por Bubú, que foi o jeito que o Theo aprendeu falar vovó.

Deu uma trabalheira danada mudar de cidade com o Theo tão pequeno, ele mal tinha acabado de fazer um ano. Depois dos meus problemas com a amamentação, acho que foi a tarefa mais dura que já tive, ainda mais com o maridón viajando a trabalho. E depois de mudada? Como faz para achar tempo pra arrumar a casa e trabalhar ao mesmo tempo? Não acha. Ela ainda está longe de estar com a nossa cara, está povoada por caixas escondidas nos armários e quadros hibernando atrás dos móveis, mas o quarto do Theo finalmente está pronto, até quadro tem. Continuamos sem berço e com a mesma pegada minimalista que Maria (Montessori) nos ensinou no primeiro quarto do Theo.

O que era pra ser ocupado por cômoda, berço e poltrona, virou espaço pra ocupar com  brincadeira, dança e bola. O quarto vira e desvira, é palco, é circo, é campo de futebol, é ateliê, é oficina. Estou contente, e o sorriso chega na barriga quando vejo o Theo tomando posse de cada metro quadrado do seu território.

Aqui é a cama no modo dormir, aberta, espalhadona, são dois futons de solteiro unidos por um lençol de casal de elástico.

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cama aberta

Durante o dia, a gente dobra um futon em cima do outro e o quarto fica bem mais espaçoso, e o Theo não pisa com o sapato sujo da rua no lençol que vai dormir.

cama dobrada montagem

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Este é o mesmo espelho do antigo quarto do Theo, só que na vertical, já que agora ele se locomove só com duas patas. Muita gente pergunta se não é perigoso, principalmente quem é avó, mas este é um espelho inquebrável, é de acrílico e está colado em uma base de MDF que está parafusada na parede, e nem o neném mais bagunceiro é capaz de se machucar.

espelhoMantive o mesmo tatame que fiz para o primeiro quarto do Theo, ele é feito de borracha E.V.A que comprei a metro e forrei com uma capa de brim colorido. Antes servia para o Theo não bater a cabeça no chão enquanto aprendia a engatinhar, agora é pra ele não acordar o vizinho de baixo com a bateção de brinquedos no chão.

IMG_0214-2 IMG_0220-2Bancada/estante para os brinquedos. Estes móveis já foram o trocador do Theo, olha aqui.

IMG_0230-2IMG_0227-2Arte para adultos que é também para crianças. Saul Steinberg. Queria ter conhecido este ilustrador ao vivo, deve ter sido uma boa mistura de sábio com palhaço. São desenhos mágicos e super realistas ao mesmo tempo. Recomendo parafusar os poster na parede, porque os desenhos despertam muito amor nas crianças e elas costuma pegar o afeto na unha.

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Aqui é a esquina dos livros feita com um escorredor de louças, super mal projetado, que me fez quebrar quatro pratos além da minha cumbuca favorita, e que quase incinerei de tanta raiva.

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Papel kraft na parede para desenhar. Eu não resisto e desenho mais que ele, e lógico que mesmo com esta imensidão de espaço ele prefere ir rabiscar em qualquer cantinho que não tenha papel. Já não tenho saliva para tanto não.

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E voilá! Este é o quarto do Theo cheio de ideias inspirada na filosofia de uma senhorinha italiana do balacobaco, que nasceu no século XIX, que já morreu, claro, mas que continua iluminando nosso presente. Resumindo, a ideia é ter um quarto organizado e harmonioso, com poucas coisas e com tudo na altura da criança. Ela tem que ser capaz de entrar e sair da cama quando quiser e de acessar todos os brinquedos e materiais. Não pode ter muita coisa, pois o excesso perturba a capacidade de concentração. Na estante por exemplo, ela recomenda oito brinquedos no máximo. Os que não couberem você pode guardar bem guardado no armário e de tempos em tempo fazer um rodízio, trocar os expostos pelos guardados e a criança terá a sensação que está ganhando brinquedos novos, como se fosse Natal, é incrível. De preferência, materiais naturais, que ninguém mais aguenta este mundo de plástico.

Para saber mais tem este blog: how we montessori, que não canso de indicar. De uma mãe australiana, expert em Montessori, e que posta absolutamente tudo que ela pratica em casa. Foi esse blog que me despertou para o método Montessori. Mais recomendável ainda é ler os livros, pra mim foram fundamentais o Montessori from the Start, da Paula Polk Lillard e Lynn Lillard Jessen e o Mente Absorvente, da própria Maria Montessori.

E viva o espaço vazio! Crie espaço livre para botar muita imaginação dentro!

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Passe Livre

Uma das memórias mais legais que tenho em relação ao quarto Montessori, foi quando o Theo aprendeu a engatinhar e começou a ir sozinho para o nosso quarto depois de acordar. Cena de sonho ver um nenenzinho chegar engatinhando na porta do seu quarto, com o olho brilhando de satisfação de ter trilhado o caminho todo até ali sozinho. Mas aí chegou o inverno e começamos a fechar a porta do quarto contra o frio. Para ganhar sua liberdade ele começou a ter que chorar. Depois aprendeu a bater na porta, e era bonitinho também ouvir o toc toc toc na madeira de manhãzinha. Mas agora chegamos numa solução muito mais bacana: uma corda com argola na ponta que funciona como um prolongador de maçaneta. O Theo aprendeu a usar instintivamente o aparato e agora sai do quarto todo metido por ser dono do próprio nariz.

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montessori, Theo 8 meses

Siga este bebê!

Outro dia li aqui um depoimento de uma moça queniana que, depois de passar a juventude na Inglaterra, voltou para sua terra natal para ter seu neném perto da família. Ela estava com quatro meses de gestação e já tinha lido pilhas de livro sobre como criar seu filho.  Ao conversar sobre esta preparação toda com sua avó, esta respondeu com tom ironico: – a única coisa você tem que que ler é o seu bebê.

Taí, de tudo que eu li na minha preparação, o mandamento que mais lateja na minha cabeça é a frase de Maria Montessori: FOLLOW YOUR CHILD.  Siga sua criança. Observe muito, perceba seu filho, e tente proporcionar atividades que façam os pequenos vibrarem.

Com oito meses o Theo aprendeu a escalar o sofá, soltou urros de alegria e começou a querer se levantar apoiando-se em tudo o que via na frente, inclusive a gente. Daí começamos a botar pilha. Algumas mudanças, como a barra no corredor totalmente “faça você mesmo” e o móvel na altura do Theo em seu quarto eu já mostrei neste post.

Mas depois veio a idéia de ficar de pé também na hora do banho! Aposentamos o banheirão alto, de fundo mole e instalamos uma barra na área do chuveiro. Combinado com uma simples banheirinha de plástico, o banho, que andava meio chato, virou a atividade mais legal do dia. Sucesso total.

A fora isso, deixamos ele fazer de suporte tudo o que ele foi encontrando no caminho:

As esculturas do Antony Gormley no Centro Cultural Banco do Brasil:

O emaranhado de cadeiras na casa da vovó:

E repetindo a foto do post anterior, a barra de segurança do mirante da nossa rua.

E de repente me vejo contente ao repetir um legado dos meus pais, que nos deram uma educação mais que libertária: nos ajudaram a identificar nossos gostos e não pouparam energia para nos transformar, eu e meu irmão, em nós mesmos.

Ambientes Montessori, montessori, Theo 6 meses

6 meses

Hoje revi um vídeo do Theo do dia que ele aprendeu a rastejar, ele tinha seis meses e foi sem dúvida o dia mais feliz de sua pequenina e grandiosa existência. Está aí registrado o ápice de meses e meses de trabalho duro: não é mole sustentar uma cabeça que deve pesar 50% do seu peso,  fortalecer músculos que vieram todos molinhos ao mundo e coordenar dois braços e duas pernas ao mesmo tempo. Ah seu eu tivesse um quinto desta paciência e força de vontade.

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Mutações

Todo mundo me diz pra aproveitar porque passa rápido. Fico pensando se tempo de bebê é diferente, se eles roubam alguns segundos dos minuto, se pulam as horas ímpares ou se turbinam a corda dos ponteiros. Pode ser que sim, vindo de bebês não é de se duvidar, eles tem lá certos poderes mágicos. Vejam o Theo: foi ontem que aprendeu a rastejar, tinha seis meses. Agora nem completou oito e já quer ficar de pé, ensaiando com as pernas os primeiros passos. Poderes mágicos, certamente. Talvez esteja aí a impressão da velocidade do tempo, na estoneante capacidade que os bebês têm de mudar, de aprender, e de mudar de novo. Eles fazem uma revolução por semana, brincando. E aí vem a delícia e a dificuldade de ser pai e mãe, ser capaz de ir mudando junto, nesta velocidade louca. Por isso é que ser mãe cansa: quando a gente estabelece um esquema que funciona para o filhote, duas semanas depois ele já está obsoleto. Aí é botar a cuca pra funcionar e desapegar. Nesta semana que passou foram dias de ir atrás dos materiais certos e botar as mãos à obra. O mais difícil foi manter o neném longe da furadeira.

As últimas mutações aqui de casa:

1. O corredor que já era nossa biblioteca e galeria de arte (o apê tem 62m2 e a gente se vira nos trinta pra fazer caber tudo que a gente ama), é agora também área de exercício. Ganhou uma barra para o Theo brincar, do tamanho da mãozinha dele. Ele segura firme e pode andar que nem caranguejo de um lado pro outro. Foi o projeto mais simples e barato da casa: dois suportes de cortina, uma barra de madeira da loja de material de construções, quatro furos na parede, e barbante pra fixar a barra no suporte. Tá feito.

2.  O trocador estava virando um lugar perigoso: era botar o Theo lá pra ele querer virar, engatinhar e sair rolando. Trocar fralda tinha virado missão impossível. Agora a gente troca o Theo no colchãozinho no chão. Ainda é difícil, mas agora dá pra deixar ele solto e botar a fralda com ele rastejando. O trocador se transformou então em uma mesa e uma estante, numa altura bacana pro Theo se apoiar e praticar suas novas conquistas. O móvel mutante foi desenhado com a ajuda do meu pai, e construído por ele. É tão raro que as teorias que tecemos antes do neném chegar dêem certo na prática, que estamos muito felizes que o Theo tenha adorado a idéia.

Ambientes Montessori, montessori, Theo 5 meses

Quase nada

O quarto do Theo não foi sempre dele. Antes de tudo, foi nosso. Era o quarto menor de um apartamento pequeno. Eu achava que para o que a gente tinha que fazer lá dentro estava de bom tamanho. Foi um ninho sensacional e chegou a ser cenário do trabalho que eu mais gosto: a videodança insomne. O quarto grande era escritório, sala de alongamento, sala de reunião e quarto de hóspedes. Um dia a gente resolveu trocar, e o quarto pequeno começou a receber os agregados. Como não vivo na cidade onde me criei, ter um quarto de hóspedes é um luxo necessário. Quando sua família e os seus amigos chegam, é só com eles dormindo no quarto ao lado que se consegue matar a saudade de jeito. A lista de gente que morou um pouquinho com a gente é imensa, e como foi bom ter os amigos dormindo em casa de novo, como quando a gente é criança e adolescente. Desde o dia 19 de janeiro temos um hóspede permanente, e embora ele ainda não passe de 70cm ocupa um espaço danado. Lembro que a minha atividade principal quando fiquei grávida era jogar coisas fora. Dei metade das minhas roupas, me livrei de quilos de papel, eliminei toda espécie de quinquilharia e doei a bicama que me acompanhou por pelo menos vinte anos. Depois de tanto desapego, o quarto pequeno de repente ficou imenso. Aquele tanto de espaço vazio me fez sentir luxuosa. Não tinha ouro, não tinha lustre de cristal, nem cadeira Charles Eames. Riqueza mesmo é ter espaço. Aí, depois de meses na indecisão de como montar o quarto do bebê, resolvi que tudo que o Theo tinha que ter era espaço. Espaço pra brincar, pra rolar no chão, pra montar cabana, pra trazer os amigos. E o quarto do Theo, quando não está bagunçado, ficou assim.

É engraçado, olhando na foto parece que não deu trabalho nenhum, um quarto com quase nada dentro. Mas fora os neurônios queimados, as centenas de horas de internet navegadas (foi em uma dessas que descobri Maria Montessori e o quarto sem berço), quase tudo que tem dentro fomos nós que fizemos.

Lembro da cara de espanto da moça da aula de costura quando cheguei lá com um barrigão de oito meses. Deu tempo. Com a máquina de costura de quarenta anos da minha mãe, fiz as cortinas, o porta-treco do trocador e as capas para o chão de E.V.A.

Construímos a estrutura do mosqueteiro, o espelho (é de acrílico, colado em chapa de MDF, falta furar a parede e fixá-lo) e até o trocador foi desenhado por nós e pelo meu pai (ele fabricou na marcenaria).

A cadeira de amamentação é a mesma que a minha mãe me amamentou e o armário é herança do proprietário do apartamento, só trocamos os puxadores por estes que minha mãe presenteou. No mais, um colchão de berço no chão e um futon vermelho que desenrola e vira cama de solteiro. É nele que o Theo já aprende a dividir o quarto com os outros hóspedes, afinal a família e os amigos são mesmo indispensáveis para a alegria desta casa.

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Como fazer os móbiles

Está em falta no mercado móbile para bebês pequeninos. Um móbile assim, singelo, que gire ao sabor do vento, na velocidade terna do olhar do bebê, que não precise da mão materna para ser acionado. Meu amor pelos móbiles Montessori foi instantâneo porque eles são simples, bonitos, não fazem barulhos e os nenéns vibram. A paixão veio quando eu decobri que podia fazer em casa. Segue os tutoriais:

1. Munari Móbile – bebês de duas as seis semanas

(desenhado pelo arquiteto/designer Bruno Munari. Pra quem nunca ouviu falar, a Cosac e Naify editou um livro dele para crianças que é uma jóia: Na Noite Escura. O livro tem buraco, transparências, desenhos lindos e muito espaço vazio para a imaginação ocupar.

O passo a passo está no site Little Red Farm.

Os materiais:

A esfera eu comprei de plástico transparente, são duas metades que abrem pra você botar uma foto ou qualquer bobagem dentro, e já tem alcinha para pendurar. Eu achei na Caçula do Saara (RJ), mas na 25 de março em sampa deve ter também.

As formas geométricas eu fiz de cartolina preta e branco, mas tive que botar um papel cartão sanduichado para ficarem mais pesadas e balancearem a esfera.

As hastes eu comprei em loja de material de construção que vende madeira. Comprei um pedaço de um metro e meio e cortei no tamanho certo. Usei spray branco e preto para pintar. Na haste bicolor usei fita isolante, parti ela em dois no sentido do comprimento e enrolei na haste branca.

2. Gobbi

Tentei, mas não descobri a origem do nome Gobbi. São bolas de feltro da mesma cor em gradação de tonalidade. Eu achei mais simples pendurar direto uns novelos de linha que comprei no armarinho. Deu certo e foi a maior paixão que Theo já teve nos seus 5 meses de vida. É legal pendurar o móbile baixo, de modo que quando o bebê movimente descordenadamente as mãos, elas batam nas esferas e movimentem o móbile. Aí é o ápice da felicidade. Agradeço por alguns almoços tranquilos enquanto ele descobria a cor azul.

3. Octaedros

Passo a passo e explicação maravilhosa no site Little Farm. O vídeo abaixo mostra bem a concentração do Theo se divertindo com ele. É bem fácil de fazer, cartolina metálica na papelaria, tesoura, cola e este molde para cortar os seus octaedros, um papel carbono pra passar para a cartolina vai bem.

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Theo e seus móbiles

Maria Montessori arrasou. Médica italiana das antigas, estudou a fundo os bebês e mostrou aos pais como ensiná-los a serem concentrados, independentes e motivados. Por aqui tem funcionado. Olha o vídeo com os móbiles sugeridos por ela.

Para saber mais, vale dar uma olhada em dois blogs sensasionais de familias que seguem essa metodologia:

Montessori Ici e How we Montessori